Viscossuplementação, ácido hialurônico, proloterapia e BMA Matrix — procedimentos de medicina regenerativa guiados por ultrassom, indicados individualmente para cada caso.
Em vez de mascarar a dor, os procedimentos de medicina regenerativa atuam na modulação da inflamação e no estímulo à cicatrização dos tecidos — sempre com indicação individualizada, avaliada em consulta.
Aplicação em tempo real, com precisão milimétrica.
Preparado a partir do próprio sangue do paciente, aplicado guiado por ultrassom. Desde julho de 2026 é procedimento regulamentado pelo CFM, usado como adjuvante em condições específicas.
Reduz o desgaste articular aumentando a viscosidade do fluido sinovial. Alívio rápido e efeito prolongado na dor, com melhora da mobilidade.
De alto peso molecular, aplicado com guia ultrassonográfica em tempo real, para maior permanência intra-articular.
Estímulo à resposta biológica do tecido lesionado, favorecendo a cicatrização natural de ligamentos e tendões.
Regeneração tecidual guiada, indicada em casos selecionados de lesões mais complexas.
A Resolução CFM nº 2.464/2026 revogou a norma de 2015 e tirou o PRP da condição de experimental, com regras claras sobre indicação e aplicação.
Adjuvante quer dizer complementar: o PRP soma ao tratamento, nunca substitui fisioterapia, medicação ou uma cirurgia já indicada. A indicação depende de diagnóstico fechado e avaliação individualizada — e há contraindicações, como infecção ativa no local, tratamento oncológico em curso ou alteração de coagulação e plaquetas. Tudo isso se decide em consulta, nunca à distância.
Não. Cada procedimento é indicado de forma individualizada, após avaliação clínica e ultrassonográfica na consulta.
São procedimentos ambulatoriais guiados por ultrassom, realizados no próprio consultório — o Dr. Rúbio explica cada etapa na consulta.
Não substitui cirurgia quando ela é necessária. Para lesões mais avançadas, o Dr. Rúbio também atua com procedimentos cirúrgicos.
Não. A resolução do CFM proíbe expressamente prometer cura ou garantir resultado. O objetivo do PRP é reduzir a dor, modular a inflamação e melhorar a função — o resultado varia conforme o estágio e a resposta de cada paciente.
Não. Não pode quem está com infecção ativa no local, em tratamento oncológico, ou com alteração de coagulação/plaquetas. A indicação certa depende de exame clínico, não de vídeo ou conversa à distância.
Consulta com ultrassonografia inclusa, no consultório do Dr. Rúbio.
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